Casos jurídicos de escola para curiosos não-juristas [23º]
K, de 62 anos, apaixonou-se perdidamente por X, que conta 24 anos, tendo-a pedido em casamento. X aceitou, na condição de o casamento vir a ser celebrado sob o regime da comunhão geral de bens. Poderá K casar nestes termos? 1) Sim; 2) Não. |
Comments on "Casos jurídicos de escola para curiosos não-juristas [23º]"
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Sim, 1. Que outra razão levaria uma moçoila de 24 anos, por maior trambolho que esta fosse, a casar com um sexagenário se este não tivesse costela de Onassis. Como sabe os romances de Camilo estão cheios de caso desses.
PS Caro Pedro, não sei se já viu o comentário que lhe deixei em relação à torradeira?
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Caro Xor Z,
tomei a liberdade de fazer uma pequena investigação privada sobre o autor do boato da torradeira. Após várias diligências, apurei responsabilidades. Foi o David Afonso, num comentário, que falou na torradeira.
Sendo assim, ora em diante, o vencedor de cada campeonato de 25 casos tem direito a haver uma magnífica torradeira virtual. Está oficialmente decretado. ;-)
2, e concordo inteiramente com o Tiago.
Caro Pedro
Saúdo a sua sábia decisão.
1. afinal não há torradeira?! isto começa a perder o interesse...
Quer dizer, David: tu prometes e eu tenho de cumprir, e depois ainda reclamas! Meu deus...
Penso que o Tiago e o Karloos não perceberam muito bem o caso. Pergunta-se se, querendo [pelo que não há qualquer atentado à liberdade individual], o homem de 62 anos pode casar no regime de comunhão geral de bens.
Pedro, o atentado à liberdade individual não está no caso, está na lei (ou então não está, saberemos quando apresentares a solução ;))
Ah, ok, Karloos. Julguei que tu e o Tiago tinham pensado que a menina estava a coagir o velho.
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Tiago,
as tensões são entregues à menina das massagens e não a uma descarga no blogue.