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quinta-feira, fevereiro 08, 2007

SIM

Comments on "SIM"

 

Blogger Pedro Santos Cardoso said ... (fevereiro 08, 2007 12:57 da tarde) : 

Ah, grande mulher!

 

Blogger Claudia Gonçalves said ... (fevereiro 08, 2007 1:54 da tarde) : 

Ora aí está! Esta ultima frase vai precisamente ao encontro da minha opinião. Se ter um filho ou engravidar é das coisas mais naturais do mundo desde que é mundo, já quanto ao criá-los é outra história.Filhos não é a mesma coisa que a máxima "há sempre prato para mais um" ou "onde comem dois comem três". E parece-me que algumas têm vergonha ou medo de dizerem abertamente que não querem ter filhos aos maridos e familiares e, por isso os têm. Eu como mulher acredito piamente que há pessoas com mais aptidão para o papel de educador/pai/mãe do que outros e isto nada terá a ver com as suas qualidades ou competências como pessoa ou adulto. Criar filhos não é para todos, deixem-nos decidir.

 

Anonymous Anónimo said ... (fevereiro 08, 2007 5:14 da tarde) : 

Governo deve tomar medidas em vez de pedir ao povo a solução

Não ! - Não à legalização do aborto através da falsa bandeira (engodo) da despenalização !

A despenalização do aborto é outra forma enganadora de combater o aborto. O número de interrupções de gravidez, no mínimo, triplicará (uma vez que passa a ser legal) e o aborto clandestino continuará - porque a partir das 10 semanas continua a ser crime e porque muitas grávidas não se vão servir de uma unidade hospitalar para abortar, para não serem reconhecidas publicamente.
O governo com o referendo o que pretende é lavar um pouco as mãos e transferir para o povo a escolha de uma solução que não passa, em qualquer uma das duas opções, de efeito transitório e ineficaz.
Penso que o problema ficaria resolvido, quase a 90 %, se o governo, em vez de gastar milhões no SNS, adoptassem medidas de fundo, como estas:

1 – Eliminação da penalização em vigor (sem adopção do aborto livre) e, em substituição, introdução de medidas de dissuasão ao aborto e de incentivo à natalidade – apoio hospitalar (aconselhamentos e acompanhamento da gravidez) e incentivos financeiros. (Exemplo: 50 € - 60 € - 70€ - 80€ - 90€ - 100€ - 110€ - 120€ -130€, a receber no fim de cada um dos 9 meses de gravidez). O valor total a receber (810€) seria mais ou menos equivalente ao que o SNS prevê gastar para a execução de cada aborto. (*)

2 – Introdução de apoios a Instituições de Apoio à Grávida. Incentivos à criação de novas instituições.

3 – Introdução/incremento de políticas estruturadas de planeamento familiar e educação sexual.

4 – Aceleração do "Processo de Adopção".


(*) Se alguma mulher depois de receber estes incentivos, recorresse ao aborto clandestino, teria que devolver as importâncias entretanto recebidas (desincentivo ao aborto). [Não sei se seria conveniente estabelecer uma coima para a atitude unilateralmente tomada, quebrando o relacionamento amistoso (de confinaça e de ajuda) com a unidade de saúde].

Estou para ver se os políticos vão introduzir, a curto prazo, algumas deste tipo de medidas. É que o povo, mais do que nunca, vai estar atento à evolução desta problemática.

 

Blogger José Raposo said ... (fevereiro 08, 2007 6:13 da tarde) : 

Realmente não é fácil e não é para todos.

PS: Esta gente é realmente muito militante pelo NÃO... andam pelos blogs e é só copiar o texto para comentário após comentário.
E que grandes ideias eles têm. Pena que nos ultimos 8 anos ninguém se lembre de os ter ouvido falar de todas estas medidas fantásticas de apoio às mulheres. O estado actual não é outra coisa que não o resultado da vitória do Não no anterior referendo. Está na altura de mudar as coisas.

 

Blogger David Afonso said ... (fevereiro 08, 2007 6:47 da tarde) : 

Caro anónimo,

Essa dos pontos acumulados por cada mês de gravidez não lembrava nem ao diabo. E já agora: o pai não tem direito a uma comissão?Sempre pensei que o problema de fundo era outro...

 

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