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terça-feira, abril 10, 2007

Independente: a árvore na floresta

Comments on "Independente: a árvore na floresta"

 

Blogger Claudia Gonçalves said ... (abril 11, 2007 2:22 da tarde) : 

De facto os alunos não podem ser deixados ao abandono, nem os caloiros que lá cairam e agora estão sem pára-quedas, muito menos os finalistas que quase saíam a tempo. No tempo das vacas gordas e e quando nos surgiram em massa as privadas, não foi à revelia do governo ou ministério da Educação. Estas universidades tiveram de ser reconhecidas e os cursos acreditados, por esses orgãos.De salientar ainda que também existe ensino privado de qualidade, (a Católica tem sido um bom exemplo e a UAL) e universidades que não apreceram só para lavar dinheiro e dar ordenados chorudos a Assistentes e Regentes que só lá estão no papel. Não são só os alunos da Independente que estão com um cheque-mate, mas muitos outros de outras faculdades, já que acredito que agora mais do que nunca, o facto de terem no curriculo uma licenciatura numa privada, vai ser motivo de discriminação. Não devemos também esquecer que muitos estudantes estão hoje em privadas não porque tenham má média de acesso mas, porque trabalham e muitas faculdades públicas não têm ensino superior nocturno; outros porque já constituiram família e não podem ir estudar para fora, para não falar nos alunos com deficiência que na maioria das vezes só nas privadas têm condições externas e internas de acesso e frequência das aulas e instalações.

 

Blogger David Afonso said ... (abril 11, 2007 3:09 da tarde) : 

Tens toda a razão. Aliás, aproveito aqui a ocasião para manifestar o meu desagrado por a FLUP ter vindo a abandonar uma boa prática que era justamente a de disponibilizar vários cursos superiores em horário pós-laboral. O ensino superior recorrente não tem sido tomado em consideração pela maioria das instituições universitárias públicas, o que é estranho porque trata-se de um nicho de mercado muito apetecível (as privadas que o digam). Maus hábitos de quem está habituado a comer à mesa do orçamento de estado?

 

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